terça-feira, 8 de julho de 2008

Saiba como proceder para gravar seu CD

A cada dia cresce mais e mais o número de artistas que optam por lançar seus trabalhos no mercado de maneira independente. A maior preocupação destes artistas é, num primeiro momento, com a produção musical de seu trabalho. Existe, contudo, uma outra parte da produção que não pode ser esquecida: a documentação necessária para que o artista não se depare com problemas de natureza legal quando da colocação de seus produtos no mercado. Neste sentido, desenvolvemos aqui um breve roteiro para que você não se perca na hora de produzir o seu CD.

Veja abaixo as dicas de como proceder. (Lembre-se de que vamos tratar aqui da parte documental da produção do Cd e não da parte de produção musical)

Sou um compositor/intérprete/músico e quero lançar meu CD. O que devo fazer?

O primeiro passo a ser dado é a definição do repertório. Se o CD que você está lançando contém obras de sua autoria somente, proceda da seguinte maneira:

Primeiramente, uma vez definido o repertório que você deseja inserir no CD e verifique se você editou ou não as músicas de sua autoria que deseja inserir. Se você houver editado suas músicas, certifique-se de obter de seu Editor a devida autorização para inserção das músicas no CD, pois, embora você seja o autor das músicas, ao assinar o contrato de edição somente o editor é quem tem autonomia para autorizar a utilização da obra.

Após ter selecionado o repertório, obtido as autorizações necessárias e, terminado o processo de produção e gravação do CD, você deverá providenciar o ISRC de cada faixa gravada. Para ter acesso ao ISRC é preciso que você esteja cadastrado em sua Associação também como Produtor Fonográfico. Se você não tem este cadastro, peça à Associação que o providencie.

Depois de obter o cadastro como Produtor Fonográfico, a Associação irá encaminhar a você o programa do ISRC para ser instalado em seu computador. Uma vez instalado o programa, você deverá gerar os formulários de IRSC. Para que você possa gerar os formulários, é imprescindível que você tenha disponível os dados de todos os particpantes da produção musical do CD, a saber:

1. Intérprete: Nome completo, pseudônimo e CPF.

2. Músicos Acompanhantes: Nome completo, pseudônimo, CPF e instrumento.
3. Dados completos das obras musicais: autor(es), editora(s) (se houver) e percentuais de participação.

O ISRC é um código individual, o que significa que cada faixa do CD terá seu próprio ISRC.

Uma vez inseridos os dados no programa, você deverá imprimir quatro vias deste documento, que serão entregues à Associação para validação. A Associação irá validar os formulários e devolver a você duas vias: uma para seu arquivo e outra que deverá ser entregue à fábrica de CDs, junto com as autorizações de prensagem (no caso de edição das suas obras).

Sou um compositor/intérprete/músico e quero fazer meu CD. Neste CD desejo inserir músicas minhas e de outros compositores também. O que devo fazer?

Como no exemplo anterior, primeiramente, você deve definir o repertório que irá inserir no CD e verificar se você editou ou não as músicas de sua autoria que deseja inserir. Se você houver editado suas músicas, certifique-se de obter de seu Editor a devida autorização para inserção das músicas no CD (leia com atenção o item anterior).

Depois de regularizar o repertório de sua autoria, você deve pedir autorização também aos autores e/ou editores das obras que você deseja inserir que não sejam de sua autoria. JAMAIS insira uma obra musical em seu CD que não esteja devidamente autorizada. Isso é crime! Caso você necessite de ajuda para localizar o editor de uma obra musical, contate sua Associação. Ela não tem como ajudá-lo na negociação das autorizações, mas pode ajudá-lo a localizar o editor da obra que você deseja inserir.

Após ter selecionado o repertório, obtido as autorizações necessárias e, terminado o processo de produção e gravação do CD, você deverá providenciar o ISRC de cada faixa gravada. Para ter acesso ao ISRC é preciso que você esteja cadastrado em sua Associação também como Produtor Fonográfico. Se você não tem este cadastro, peça à Associação que o providencie.

Depois de obter o cadastro como Produtor Fonográfico, a Associação irá encaminhar a você o programa do ISRC para ser instalado em seu computador. Uma vez instalado o programa, você deverá gerar os formulários de IRSC. Para que você possa gerar os formulários, é imprescindível que você tenha disponível os dados de todos os particpantes da produção musical do CD, a saber:

1. Intérprete: Nome completo, pseudônimo e CPF.
2. Músicos Acompanhantes: Nome completo, pseudônimo, CPF e instrumento.
3. Dados completos das obras musicais: autor(es), editora(s) (se houver) e percentuais de participação.

O ISRC é um código individual, o que significa que cada faixa do CD terá seu próprio ISRC.

Uma vez inseridos os dados no programa, você deverá imprimir quatro vias deste documento, que serão entregues à Associação para validação. A Associação irá validar os formulários e devolver a você duas vias: uma para seu arquivo e outra que deverá ser entregue à fábrica de CDs, junto com as autorizações de prensagem (no caso de edição das suas obras).

Perguntas freqüentes:

Eu sempre tenho que pedir autorização para gravar uma música?
Sim. Sempre. Não há exceção.

E se as músicas forem de minha autoria? Eu preciso autorizar?

Sim. Na verdade, o ideal é que você redija um documento mencionando que você, autor, autoriza a inclusão daquelas obras (citar todas elas) no produto fonográfico (o título do CD), para uma tiragem de "x" cópias. A autorização deve estar datada e assinada.

E se eu quiser usar músicas que não sejam de minha autoria? Como devo proceder?

Você deve localizar os autores/editores da obra que deseja utilizar e obter destes uma autorização por escrito. Na autorização deverão ser mencionados: o nome do produto fonográfico, o nome das obras, e o número de cópias a serem impressas para aquela autorização. É importante lembrar que se você pediu autorização para um lote de 1.000 cópias, então se você quiser gravar um novo lote terá que pedir nova autorização.

O autor/editora cobra para fornecer as autorizações?
Normalmente sim. O preço é fixado pelo detentor dos direitos patrimoniais da obra a ser utilizada, que pode ser o autor ou a editora, caso a obra seja editada.

Em que fase do processo de gravação do CD eu devo obter as autorizações?
Antes do início da gravação. Se você 'correr atrás das autorizações' depois do CD já ter sido gravado, você corre o risco de sofrer um prejuízo caso o autor/editora não autorizem o uso da obra, ou caso o valor pela licença torne sua utilização inviável.

A Associação pode negociar com a editora/autor por mim?
Não.

Eu devo registrar ou editar minha obra antes de colocá-la no mercado?
Embora a Lei do Direito Autoral faculte ao autor o registro da obra em órgão público, é prudente e aconselhável que seu registro seja providenciado. A obra musical é para o autor como um filho para seu pai. Há meios de se provar a 'paternidade' de uma criança que não somente o registro. Da mesma maneira, há meios de se provar a titularidade de uma determinada obra, que não somente o seu registro. De qualquer maneira, trata-se de um documento importante que não deve ser negligenciado que, em alguns casos, pode ser exigido por parte de empresas que queiram gerir os direitos patrimoniais daquela obra.

Quanto à edição, um autor não é obrigado a editar sua obra para colocá-la no mercado. A edição amplia o universo de proteção de uma obra, mas é facultada ao autor. Algumas vezes, a edição pode ser 'imposta' ´como condição para um autor lançar um determinado produto, vinculado a uma determinada marca. Trata-se, neste caso, de não apenas uma forma de proteção, mas também parte de uma negociação entre o autor e a editora de sua escolha.

Mais informações:
http://www.assim.org.br/
http://www.ecad.org.br

Home Studio - Quando o mínimo é tudo !

Produções de qualidade podem ser realizadas com poucos equipamentos e condições distantes das ideais. Para isso, contudo, é preciso criatividade, conhecimento e bom senso.

Para ter um home studio e começar a produzir os próprios trabalhos é necessário muito dinheiro, certo? Não necessariamente. Basta lembrar que vários sucessos inesquecíveis foram registrados em condições consideradas, atualmente, precárias. A maior parte dos álbuns dos Beatles foi realizada em quatro pistas, com poucas possibilidades de edição. Born In The Usa, de Bruce Springsteen foi gravado em um portastudio Fostex de quatro canais, e Live At Taj Mahal, de Paul Horn, produzido com um Nagra estéreo. Outros exemplos são o DVD e o CD Lighting The Candles, da banda inglesa The Mission, gravados ao vivo com orçamento restrito e poucos equipamentos. No Brasil, podem ser citados os discos Condom Black, de Otto, indicado ao Grammy latino como melhor disco de pop contemporâneo, realizado com uma Digi 001, e Samba, Songs & Friends, do baterista Sallaberry, gravado “pela internet”.

ORÇAMENTO
Iniciar a construção de um home studio, muitas vezes, leva o interessado a perguntar-se quanto dinheiro vai ser gasto para realizar seu sonho. Atrelada a isso, existe a dúvida sobre a necessidade de um local adequado e todo isolamento e tratamento de que ele necessita. Sem falar no projeto idealizado por um engenheiro especializado em acústica. Somando esse investimento ao custo da aparelhagem, parece impossível possuir um espaço de trabalho para a consumação de uma produção de qualidade.
Com a informatização de procedimentos e a cultura da música de massa, porém, cada vez é mais simples alcançar um resultado minimamente competente. “Nem sempre o investimento é monetário.
É necessário estudar e fazer muitos testes e experimentos para saber quais os resultados possíveis”, diz Conrado Ruther, músico, produtor e técnico de áudio. Isso significa dizer que, quando o usuário conhece seu equipamento e sabe o que quer tirar dele, um grande passo foi dado. “Existem muitas produções de artistas nacionais e internacionais, principalmente de música eletrônica, que foram realizadas em notebooks ou em estúdios bem simples. O que conta, de fato, é muita criatividade e um ouvido bem treinado”, diz Marcelo Gallo, também músico e produtor. Eloy Fritsch, coordenador do Centro de Música Eletrônica da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), corrobora essa opinião. “O home studio pode ser portátil, barato, eficiente e seguro. Entretanto, o usuário deve ter um bom conhecimento de gravação e mixagem para obter resultados razoáveis. Portanto, não basta substituir o grande estúdio por um doméstico. Para fazer bom uso dele, informação é necessária.”
Alguns gêneros musicais demandam menos investimentos porque podem ser produzidos inteiramente dentro do ambiente digital, utilizando loops e amostras de áudio já existentes ou captadas (veja quadro). Além da música eletrônica, o hip-hop, o rap e o funk são exemplos cabíveis. Isso ocorre porque, com apenas um computador, é possível criar uma faixa inteira sem depender de nada além de um software que possibilite concretizá-la. Todos os sons são gerados pela máquina, com o uso de sintetizadores e samplers virtuais (veja quadro). “Esses estilos, e algumas de suas variantes, podem ser realizados com custos baixos, se comparados a gravações de instrumentos, que necessitam de mais captação e melhores condições de tratamento e isolamento acústico”, diz Fritsch. O primeiro passo, portanto, para determinar como será um estúdio-projeto é definir qual será o público-alvo da produção e, por conseguinte, qual o objetivo dele.


SOFTWARES
Existe uma grande variedade de instrumentos virtuais que auxiliam a produção: racks integrados como o Reason, sistemas de criação de sintetizadores como o Reaktor, samplers como o Sampletank e o Kontakt, programas que permitem produzir plug-ins como o Max/MSP/Pluggo e vários simuladores de instrumentos como Hammond, Minimoog, CS-80, PPG-Wave. etc. Em geral, todos trazem excelentes timbres de fábrica e, com poucas regulagens, é possível criar o som desejado. Um dos mais usados, atualmente, por profissionais de home studio é o Reason, que traz um estúdio virtual completo, incluindo samplers, mixer, sintetizadores, sequencers, efeitos etc.
Apesar de não gravar áudio diretamente, o software utiliza o sistema Re-wire, que permite a ele trabalhar juntamente com outros programas multipista que aceitam esse protocolo, tais como Live, Pro-Tools, Sonar, Cubase, Nuendo, Tracktion e outros, e que servem como plataforma para a produção.
Vários multitracks acompanham interfaces de áudio e equipamentos, ao passo que alguns podem ser baixados gratuitamente pela internet. Os melhores, obviamente, devem ser adquiridos. E, geralmente, apesar de não custarem pouco, valem o que se paga por eles.

AMBIENTE
Em geral, nas salas profissionais, existe uma infra-estrutura, tanto de técnicos e operadores quanto de acústica, criada especificamente para as gravações. “Muito se comenta sobre equipamentos e a qualidade que pode ser obtida com cada um. Entretanto, aquele que trabalha com isso faz da produção seu dia-a-dia e, naturalmente, adquire experiência maior que o músico. Esse conhecimento especialista leva anos para ser construído e faz uma grande diferença. O recurso humano deve ser valorizado”, acredita Fritsch. A estrutura de um estúdio de grande porte, obviamente, pode oferecer mais precisão de referência e maiores possibilidades para a criação de novas sonoridades, graças às salas tratadas acusticamente. “Mas, ao mesmo tempo, não adianta ter tudo isso à mão e não explorar as possibilidades, experimentar”, acredita Ruther.

Com a miniaturização dos equipamentos - e a adoção de muitos deles em formato de software – poucas são as diferenças significativas entre um laptop bem aparelhado e um estúdio profissional no que tange à qualidade que pode ser alcançada. “No universo do CD (com resolução de 16 bits e 44.1 kHz), não existe disputa na qualidade sonora do produto, assim como no DVD (24/96). A diferença será muito grande apenas no SACD ( 24/192 DSD)”, ensina André Geraissati, violonista e pioneiro desse formato no Brasil.
Apesar da qualidade compatível, os vários recursos de um estúdio bem aparelhado podem facilitar o trabalho. “Em um local desses, pode-se contar com periféricos individuais e dedicados para cada tipo de ação, como, por exemplo, mesa de som, compressores, processadores de efeitos, microfones etc.”, acredita Gallo.
Com o avanço da tecnologia para áudio, porém, com um notebook e bons softwares é possível, facilmente, desenvolver ótimos trabalhos de nível profissional.Nada impede, portanto, que a semente de um estúdio ou o nascedouro de uma obra-prima estejam nos recônditos obscuros de um pequeno aposento. “Com o espaço disponível atualmente nos diminutos apartamentos, até o cantinho do computador na sala ou no quarto pode ser considerado o mínimo necessário para um home studio”, diz Luciano Watase, engenheiro de gravação e produtor. “O importante é ter isso bem definido, para que não haja incômodos durante o trabalho criativo”, complementa.

CAPTAÇÃO
Se o local onde está instalada a estação de trabalho não possui isolamento e tratamento, a captação de instrumentos acústicos ou voz é prejudicada, mas não impossível. “O mais indicado é locar um estúdio terceirizado para tal. Caso não seja possível, deve-se procurar, no próprio local de trabalho, um quarto ou uma sala com o menor nível de ruído externo. Mesmo assim, que fique claro, o cachorro do vizinho vai acabar atrapalhando o projeto”, avisa Gallo.
Nesse ponto, os bateristas, em especial, levam alguma vantagem. Por conta do alto nível sonoro produzido por esse instrumento, muitos já possuem um mínimo isolamento acústico, responsável por permitir horas de estudo sem incomodar os vizinhos. Se não existe essa precaução, alguns paliativos podem ser implementados de forma a minimizar o problema do vazamento de sons externos, tão prejudiciais a uma captação perfeita. Fritsch acredita que tudo depende do tipo de produção e da qualidade que se deseja. “Para gravações profissionais, não há muitas soluções alternativas. Alguns home studios podem funcionar em determinados horários em que o barulho, como os ruídos provenientes do trânsito, por exemplo, seja menos acentuado. Outros podem utilizar cabines portáteis, preparadas acusticamente, para gravações de instrumentos e voz.”

Mas não há nada como a boa e velha alvenaria para isolar locais de captação. Paredes duplas, com material apropriado entre elas ainda é a melhor opção. Se o orçamento não permite uma reforma dessa envergadura, uma boa alternativa é recobrir o aposento com lã de rocha ou vidro e fazer o acabamento com lambril de madeira ou gesso cartonado. E não se deve esquecer das janelas, que devem ser contra ruídos ou, simplesmente, tampadas com almofadas de madeira e material isolante em camadas. Em um estágio embrionário, o tratamento acústico do home studio pode ser esquecido. Não é possível controlar todas as interações acústicas em um ambiente suscetível a intromissões sonoras. E a informática, nesse ponto, não pode auxiliar muito. “Não adianta ter um notebook carregado de softwares se não se dispõe de um ambiente apropriado para realizar a captação”, diz Fritsch.
Além do ambiente mal isolado, equipamentos de baixa qualidade, cabeamento ruim e rede elétrica não planejada, geralmente, são itens que contribuem para que todo tipo de ruído apareça no final. “Isso ficará evidente, por exemplo, no momento em que a produção necessitar de uma gravação com entrada de sinal um pouco mais baixo. E, com certeza, haverá muita dor de cabeça para masterizar o material”, prevê Gallo. “Todo equipamento gera barulhos ao funcionar, possui um piso de rumor constante, também chamado de ruído residual ou noise floor”, ensina Ruther. “Antes de investir qualquer quantia, é necessário verificar itens das especificações técnicas como o próprio noise floor, a relação sinal/ruído (signal-to-noise ratio) e o alcance dinâmico (dynamic range).”

Cartaz de Festa

ATENÇÃO !!!

ANTES DE PEDIR ALGUMA MÚSICA, FAZER ALGUM COMENTÁRIO OU PERGUNTAR ALGO AO DJ, POR FAVOR... VEJA ABAIXO O QUE SE ENCAIXA NOS SEUS ARGUMENTOS:


1 – “TOQUE ALGUMA COISA LEGAL... ALGO QUE A GENTE POSSA DANÇAR!”

R: O DJ tem que tocar pra mais de uma pessoa, portanto o que você não gosta pode ser a música favorita de outra pessoa e tudo que é tocado pode ser dançado de uma maneira ou de outra.

2 – “VOCÊ PODE TOCAR ALGO QUE TENHA... UMA BATIDA???”

R: Fala sério!!! Não conheço nenhuma música tocada em um evento que não tenha algum tipo de batida!!!

3 – “EU NÃO SEI QUEM CANTA E NEM O NOME DA MÚSICA, MAS É ALGO ASSIM... LÁ,LÁ,LÁ...”

R: Temos que agüentar calor e fumaça de cigarro e níveis altos de decibéis a noite inteira! Favor não nos dê demonstrações de música.

4 – “TODO MUNDO TÁ QUERENDO ESSA!!!”

R: Ahhh!!! Tá bom... Com certeza! Você fez uma pesquisa no evento todo, e como foi eleito o porta-voz, você veio aqui pedir música.

5 – “TODO MUNDO VAI DANÇAR SE VOCÊ TOCAR ESSA!!!”

R: Hummmm... O DJ não vai! Isso acaba com a sua teoria!

6 – “TOCA ESSA PRA EU PEGAR UMA GATA!”

R: Primeiro, manda a mulher vir aqui, pro DJ analisar e ver se realmente vale a pena...

Segundo, porque esse trabalho todo pra uma única noite? Compre o CD e garanta o sexo pro resto do mês!

7 – “EU QUERO OUVIR ESSA AGORA!!!”

R: A única pessoa que pode chegar com essa autoridade é aquela que assina o cheque de pagamento do DJ.

8 – “EU NÃO SEI O QUE EU QUERIA OUVIR. O QUE É QUE VOCÊ TEM AÍ?”

R: É muito mais fácil beber outra cerveja e tentar definir o que você quer ouvir, do que o DJ ficar recitando o nome de cada disco do case.

9 – “CARA, NINGUÉM CONSEGUE DANÇAR COM ISSO QUE VOCÊ TÁ TOCANDO!!!”

R: Não é aconselhável dizer quando a pista está lotada (ao menos que você goste de parecer idiota como muitas pessoas que ainda insistem nisso parecem gostar). No entanto, se houver apenas uma pessoa na pista, isso contradiz este argumento... Para maiores considerações volte ao tópico 1.

E LEMBRE-SE:

DJ É PEÃO DE FESTA, ENQUANTO ELE TRABALHA OS OUTROS DANÇAM !!!

Ela pergunta, Ele responde

PERGUNTAS QUE TODAS AS MULHERES GOSTARIAM DE FAZER AOS HOMENS! AQUI ESTÃO AS RESPOSTAS:


M: Por que vocês mijam fora do vaso?
H: Se você olhasse bem, veria que o orifício peniano não é redondo, o jato nem sempre vai para onde o pau está apontado. Além disso, às vezes, esse buraquinho fica meio grudado, gerando uma dispersão de jatos.
M: Por que vocês sempre deixam um pentelho na borda do vaso?
H: Para marcar território.
M: Por que vocês nunca esfregam o clitóris da gente no lugar certo?
H: Só de sacanagem!
M: Por que vocês não sabem onde fica o ponto G?
H: Ponto o quê?
M: Por que vocês adoram transar por trás?
H: Para poder continuar assistindo TV.
M: Por que vocês pegam vídeo de sacanagem sem história?
H: Pela sacanagem, ora! É como ver os gols do fantástico sem precisar assistir ao jogo todo.
M: Por que a fantasia dos homens é transar com a nossa melhor amiga?
H: Na verdade, é com TODAS as suas amigas.
M: Porque os homens estão sempre com os músculos da bunda contraídos?
H: Para não peidar quando a barriga fica batendo nas nádegas das parceiras.
M: Por que vocês empurram a cabeça da gente pra baixo quando querem um boquete?
H: Porque sem pedir vocês não fazem.

M: Por que vocês querem ir pra cama no primeiro encontro?
H: Objetividade.
M: Por que vocês ficam putos se a gente não dá no primeiro encontro?
H: Detestamos falta de objetividade.
M: Por que vocês vão embora logo depois de transar com a gente?
H: Sempre passa alguma coisa legal na tv de madrugada...
M: Por que os homens acreditam quando a gente finge que goza?
H: E só para vocês sentirem ao menos um prazer: o de nos enganar.
M: Por que vocês gostam mais de cerveja gelada que de mulher?
H: 1. Cerveja está sempre molhadinha. 2. Cerveja não reclama quando estamos assistindo ao jogo. 3. Cerveja não pede para a gente ver filmes tipo "Love Story". 4. Cerveja não tem mãe. 5. Quando acabamos de beber a cerveja, podemos jogar ela fora. 6. Cerveja não liga se a gente olha para outra cerveja. Entendeu?
M: Por que vocês gostam de ouvir que o pau de vocês é o máximo?
H: E não é? Ainda mais para você, que não tem.
M: Por que vocês contam pros amigos que nos comeram?
H: Metade do prazer está em contar.
M: Por que os homens não reparam que estamos de lingerie nova?
H: Vocês vivem reclamando que a gente só liga para a beleza externa!
M: Por que os homens ficam cheios de dedos quando a gente pede um tapa na hora da transa?
H: O que a gente gosta mesmo é bater porque quer, e não porque vocês pedem.

M: Por que os homens gostam de olhar para outras mulheres na rua?
H: Você acha que só você é gostosa???
M: Por que os homens avisam quando vão gozar?
H: Se você não tomou anticoncepcional o problema será todo seu.
M: Por que os homens gostam de chamar a gente de "minha putinha"?
H: Pra me lembrar que não terei que pagar.
M: Por que os homens têm ciúmes dos nossos amigos homens?
H: Porque eles só pensam em comer vocês. Todos nós somos assim.
M: Por que os homens adoram coçar o saco?
H: É que nem arrotar e cuspir no chão. Vai dizer que você nunca teve vontade?
M: Por que os homens detestam beijar a gente quando estamos de batom?
H: Porque ficamos parecendo o Bozo.
M: Por que vocês acordam de pau duro?
H: Porque, em geral, sonhamos com outras mulheres.
M: Por que os homens estão sempre ajeitando os pintos nas calças?
H: Porque cada um tem a posição preferida, e no decorrer do dia ele vai se deslocando, exigindo um imediato reposicionamento.
M: E por que, meu Deus, vocês sempre desarrumam os malditos tapetinhos do banheiro?
H: Tapetinho arrumado é coisa de viado!


quinta-feira, 3 de julho de 2008

Raves e bailes funk do Rio deverão ter câmeras e banheiros


Festas raves e bailes funks passam a ter, a partir de 19 de junho, regras, publicadas no Diário Oficial, para que possam ter autorização de funcionamento. Pelo texto, os interessados em realizar tais eventos deverão solicitar autorização à Secretaria de Segurança, com antecedência mínima de 30 dias úteis.



Segundo a Lei nº 5.265, no local de realização da festa deverão ser instaladas câmeras de segurança para gravação. As imagens devem permanecer à disposição da autoridade policial por seis meses após o evento. A entrada deverá ser utilizada para as revistas dos freqüentadores, com cobertura das câmeras e iluminação adequada. O evento também terá que dispor de banheiros, mesmo que químicos, na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 pessoas.

A regulamentação da lei ficará a cargo da Secretaria de Segurança, órgão responsável pela fiscalização e autuação nos casos de descumprimento dos preceitos estabelecidos no texto. As penalidades previstas serão aplicadas de acordo com a natureza e gravidade da infração, mas pode ser desde a suspensão do evento, interdição do local e multa no valor de cinco mil Ufirs.

Mc Lip e Caroline Miranda



Este video que fala sobre virgindade já é considerado um novo hit do YouTube. As imagens mostram Caroline Miranda, sobrinha de Gretchen, dançando e "cantando" com o MC Lip o sucesso "Meu Selinho".

MC Lip começa a música falando que tem um "recado para as virgens" e que "esse papo de virgindade é coisa do passado". Caroline, uma espécie de Mulher-Melancia da vez, repete o refrão "não quero perder o selinho, eu só quero dar beijinho...ai minha tia não vai gostar".

Dêem uma conferida na gostosa.

quarta-feira, 25 de junho de 2008