1 - Earbud - o fone que vem acompanhado daquela espuminha e coloca-se na entrada do ouvido.
Nem sempre ficam firmes e seguros pois dependem do tamanho da orelha. Não tem um bom isolamento de som e isso causa "vazamento de áudio", uma parte do som não chega aos ouvidos. É normal ouvir esses fones em volume mais alto por conta desse vazamento. Reparem que apertando esses fones nos ouvidos o som melhora; isto é prova de que há vazamento.
Para remediar eu aconselho com veemência o uso das almofadas de espuma; eles selam melhor os fones nas orelhas aumentando o volume e a qualidade de áudio.
Esse modelo domina o mercado por ser o menos invasivo e mais confortável. Na hora de comprar, lembre-se que o diâmetro desses fones oscila de 15 a 18mm. Se muito grande não prende direito, se muito pequeno cai da orelha.
2 - In Ear Monitor ou apenas IEM - são os fones com ponteiras de silicone ou borracha macia que são inseridos no canal auditivo. São os melhores selantes de ruído externo e vazamento de áudio. Dependendo da qualidade das ponteiras, chega a anular quase todo som externo.
Quase sempre os melhores fones são sistemas IEM; tem graves mais destacados, médios e agudos mais nítidos.
Procure dar preferência aos fones com carcaça metálica de alumínio ou titânio; isso deixa o fone mais rígido e com menos dispersão de energia comparado aos fones de carcaça plástica. Custam mais mas valem o investimento.
3 - Open Air Phone - são os auriculares com diâmetro médio de 30mm. Proporcionam pouco isolamento acústico mas são compensados pelos drives grandes. Podem vir presos por uma haste metálica que se usa na cabeça, headband ou na nuca; sistema neckband.
Alguns podem ser fechados com uma cobertura de couro ou similar mas ainda assim há vazamento de áudio. Mas são assim mesmo; é para que voce possa ouvir um mínimo de som exterior, ao contrário dos fones IEM.
Dá-se preferência nesse caso a fones de fabricantes consagrados como Sennheiser, AKG, Audio Technica, Sony, Koss, etc.
Uma variedade de Open Air são os fones Clip On Ear. Tem hastes individuais para serem colocados separadamente como hastes de óculos. Indicado para quem tem orelhas firmes pois o peso todo do fone vai para a orelha.
Ao comprar fones, verifique se a marca é conhecida no mercado. Por exemplo, a Koss só fabrica fones de ouvido. Sennheiser, AKG, Shure, Audio Technics e Sony são marcas sempre presentes em som de estúdio profissional, artistas e instrumentistas. Dificilmente soltam um fone ruim. Mas pode acontecer.
Um dos critérios mais usados para comprar um fone é se ele tem graves fortes.
Nada mais enganoso.
Fones que tem impresso na embalagem Turbo Bass, Super Bass ou qualquer coisa que termine com Bass na verdade, são fones com calibragem de volume alto nas baixas frequências. Você não compra mais graves, compra mais volume de graves e isso é um grande erro. Ocorre que muitos fabricante não sérios, vendem graves altos e dão de "brinde" médios e agudos ruins ou distorcidos.
É claro, há muitas exceções. Por isso deve-se pesquisar muito, perguntar muito.
Eu estarei por aqui, sempre à disposição para esclarecer as suas dúvidas.
Vou logo avisando, minhas análises não são tratados de Física. São as impressões do dia a dia de um usuário de iPod; vou trabalhar com os fones, dirijo e viajo com fones e descanso com fones.
Nunca porei meus fones num osciloscópio nem irei colocar gráficos complicados.
Ouço de tudo, de Rock, Pop, MPB, Funk, Hip-Hop, House, de Étnicos a Música Erudita, o que me dá um certo conhecimento musical que me permite escolher qual fone vai melhor com determinado gênero.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Informações importantes sobre pilhas recarregáveis e carregadores

Por que gastar tanto dinheiro em pilhas comuns? Se vc chegou até aqui é porque já pensou em, comprar pilhas recarregáveis mas como escolher diante de tantas ofertas? Fácil.
Certamente você conhece melhor as baterias de celular, as pilhas recarregáveis são simplesmente idênticas à elas.
As pilhas recarregáveis hoje existentes no mercado são de dois tipos. As de Ni-Cd que são iguais as baterias daqueles celulares mais antigos, elas possuem até aquele "efeito memória", ou seja, não devem ser recarregadas quando a carga ainda não tiver totalmente acabado, caso você faça isso algumas vezes, a "memória" irá aparecer e sua pilha perderá parte de sua capacidade de carga. O outro tipo de bateria são as de Ni-Mh que são iguais as baterias dos celulares um pouco mais novos, a capacidade de carga é bem maior (maior duração de cada recarga) e são praticamente livres do efeito memória. Outra diferença importante é que quando você for jogar as pilhas no lixo, as de Ni-Mh podem ser simplesmente jogadas junto com o lixo comum enquanto as de Ni-Cd precisam de disposição diferenciada. Finalmente as de Ni-Mh podem ser recarregadas cerca de 500 vezes e as de Ni-Cd cerca de 1000 vezes mas como cada recarga das pilhas de Ni-Mh dura mais que uma de Ni-Cd, a vida útil de uma pilha de Ni-Mh pode ser maior que uma de Ni-Cd.
Uma pergunta que você pode estar se fazendo, então logicamente devo comprar pilhas de Ni-Mh. Vamos tentar esclarecer, as pilhas de Ni-Mh sempre tem uma capacidade de carga maior que as de Ni-Cd, exemplificando, as pilhas AA (pequenas) de Ni-Cd vão de 500mAh até cerca de 900mAh enquanto as de Ni-Mh começam em 1200mAh e chegam hoje até 2500mAh (acima disso são com 100% de certeza falsas, procure no site dos fabricantes pilhas com capacidade acima disso, não existem), um "problema" decorrente dessa maior capacidade é que o tempo de recarga (tempo de espera do recarregador na tomada) é tão maior quanto maior a capacidade da pilha, assim uma pilha de 600mAh (Ni-Cd) demora para ser recarregada metade do tempo de uma de 1200mAh (Ni-Mh) e quanto mais rápido o recarregador maior seu preço. Uma pilha de Ni-Cd bem utilizada, tomando-se o devido cuidado com o efeito memória, pode atender sua necessidade com um custo bem menor já que além de um recarregador mais potente, as próprias pilhas de Ni-Mh são bem mais caras.
Mas e agora, eu não entendi o que são esses números, 1200mAh, 600mAh ... Lógico que eu ia explicar, isso é um número que representa a duração de cada recarga, a energia que sua pilha é capaz de fornecer, uma pilha de 1200mAh é capaz de fornecer 1200mA por 1 hora, ou 600mA por duas horas ou 400mAh por 3 horas enquanto uma pilha de 600mAh fornece uma corrente de 600mA por 1 hora ou de 300mAh por 2 horas, como o consumo dos aparelhos é fixo, ou seja, uma câmera fotográfica consome enquanto ligada cerca de 1000mAh, uma pilha de 1200mAh é capaz de mantê-la ligada por mais de uma hora (1200/1000= 1,2 horas) enquanto uma de pilha de 600mAh é capaz de mantê-la ligada por pouco mais de meia hora (600/1000= 0,6 horas).
E o recarregador? a característica mais importante é a corrente de carga, e o que isso quer dizer? Basicamente é a capacidade do recarregador de fornecer energia para recarga da pilha. Quanto maior a corrente de carga mais rápida a recarga? Exatamente mas evidentemente isso tem limites... Uma pilha de 2100mAh (agora vc já sabe do que estamas falando) irá ser recarregada em um recarregador que tem uma corrente de carga de 60mA, quanto vai demorar? Fácil : 2100 dividido por 60 é igual a 35 mas esse processo não é perfeito assim existem perdas de energia que fazem esse tempo ser 50% maior assim o tempo de recarga será de 35 vezes 1,5 é igual a 52,5 horas, ou seja, mais de dois dias!!!! Então vou comprar um recarregador de 1000mA de corrente de carga ... Não, aí você vai estragar suas pilhas, a corrente recomendada pelos fabricante é de cerca de 10% da capacidade das pilhas o que resulta em 15 horas de recarga (é bastante mas é o recomendado), isso é uma regra que logicamente pode ser um pouquinho modificada, existem pilhas AAA (palito) de 300mAh e nunca vi recarregadores com corrente de carga abaixo de 60mA, ou seja, o dobro do recomendado mas não precisa exagerar e comprar um com o triplo do recomendado né !!!!! E esses recarregadores com corrente de carga de mais de 1000mA? Eles detonam minhas pilhas? Pode ser que sim, existem recarregadores microprocessados que variam a corrente de carga, eles se regulam conforme as pilhas que são colocadas nele e chegam a uma corrente de até 1000mA, não que seja sempre de 1000mA entendido, então vou comprar um deste? São MUITO caros, o preço é sempre próximo a R$100, abaixo disso não é microprocessado.
Uma última recomendação, pense comigo, se você fosse falsificar uma pilha você falsificaria uma pilha de que marca? Não sou idiota de dizer que qualquer pilha Sony ou Panasonic é falsa!! Todas as pilhas com capacidades que simplesmente não existe, ou seja, são com certeza falsas são de marcas conhecidas (Sony e Panasonic principalmente), procure comprar pilhas de fornecedores confiáveis.
O que o iPod tem?

Por que a grande maioria dos consumidores de MP3 Player elegeram o iPod como o melhor tocador digital se ele nem foi o primeiro player de memória flash ou de disco rígido a ser lançado?
A resposta para essa pergunta não pode ser dada com precisão, mas algumas pistas podem ajudar a entender por que a Apple conseguiu reciclar sua imagem, recuperar o prestígio, bater recordes de lucros e dominar cerca de 75% desse mercado após o lançamento do iPod.
Quando o iPod surgiu, assim como o Walkman, não obteve sucesso imediato. Apesar de seu design inovador, da transferência de arquivos rápida via conexão FireWire, de seu fino disco rígido e de sua navegação intuitiva, o tocador de MP3 da Apple pouco dava sinais de que se tornaria uma verdadeira febre. No ano de seu lançamento, em 2001, apenas 125 mil unidades foram vendidas.
Uma curiosidade é que o criador do iPod, Tony Fadell, chegou a apresentar seu projeto para a Phillips e RealNetworks, antes de fechar acordo com a Apple.
Os fones brancos chamaram a atenção das pessoas, mas só foram ser fonte de interesse mesmo quando o aparelho deixou de se comunicar exclusivamente com Macs, os computadores da Apple.
Com a conexão com computadores de outros fabricantes e o lançamento da loja virtual iTunes, que vende download de um música por 99 centavos de dólar, o iPod finalmente virou sensação e começou a influenciar as decisões de mercados de outras empresas de eletrônicos, que começaram a olhar com interesse para o novo filão que surgia.
A publicidade novamente entrou em ação para valorizar as características do tocador digital. Campanhas com celebridades Pop, aparelhos autografados e até uma edição limitada com cores que remetiam à banda U2 foram lançadas para atrair os olhares do consumidor.
A linha de produtos foi se ampliando e logo a empresa lançou a versão Shuffle, de memória flash, cuja meta era popularizar a marca com seu baixo preço frente ao tradicional iPod. A já aposentada linha multicolorida iPod mini também foi hit mesmo com prognósticos negativos por parte de analistas.
Logo os displays ganharam cores e o modelo tradicional adquiriu ares de porta-retrato digital, podendo armazenar fotos.
As últimas novidades, apresentadas ainda na segunda metade de 2005, incluem uma nova linha do aparelho, a do minúsculo iPod nano, e da ansiosamente esperada versão com capacidade de reprodução de vídeos, o iPod video.
Para repetir o sucesso que obteve com as músicas, a Apple transformou o iTunes em loja também para vídeos. No catálogo virtual estão clipes de artistas consagrados, desenhos da Disney e séries de sucesso da TV norte-americana.
No Brasil esta revolução ainda está restrita a pouquíssimas pessoas. Como não há fabricação local de iPod, o produto continua caro para o bolso do brasileiro. A loja iTunes também não conta com operação local e poucos são os serviços semelhantes.
Contudo quem começar a reparar com mais cautela, irá perceber o aumento no número de fones brancos nas principais cidades do País. São os aficcionados que pagam caro pelo produto ou encomendam a para um amigo que viaja para o exterior.
MP3 To Ringtone Converter

MP3 To Ringtone é um conversor de arquivos de música para toques de telefone celular. Pode ser usado para converter formatos populares de áudio como MP3 para formatos MMF, MP3 e WAV, além de gravar MP3 em CD e ripar várias faixas de CDs de áudio ao mesmo tempo. O software converte MP3 de tamanhos pequenos, o que significa que telefones celulares com 64 MB, por exemplo, podem suportar cerca de 250 músicas de toque.
Dicas de como regular sua mesa de som

É comum a pessoa comprar uma mesa de som e não conseguir nunca atingir uma equalização perfeita. Diversas são as reclamações sobre este tema: O som fica muito poluído, fica apitando, o reverb fica fraquíssimo, ou muito forte, dá muita microfonia, ás vezes no meio do uso, faz um múúúú fortíssimo, que atrapalha tudo...
Certa vez, num curso de áudio que fiz com um grande profissional da área, "senhor Raphael", ele disse algo que eu perseguia a vida toda, e que gostaria de ter ouvido há muitos anos, e que depois de ouvir, resolveu definitivamente todos os problemas de áudio que eu tive na vida. Trata-se do segredo praticado pelos maiores profissionais de áudio do mundo, e que consiste em algo simples:
"O segredo não é botar o que está faltando... É somente tirar o que está sobrando..."
É comum o ganho de agudo estar aberto, e a pessoa dizer ou achar que está muito agudo e sair aumentando o grave desproporcionalmente... Esta atitude, acaba poluindo o som, aumentando as frequências no parâmetro geral, gerando microfonias, e reverberação natural excessiva em ambientes pequenos.
O correto é, primeiro, limpar o som. Está muito grave? Não coloque agudo... Tire o grave gradualmente até atingir um nível médio satisfatório, e depois vá complementando com o médio, e depois um pouco de agudo.
Assim você atingirá uma sonoridade surpreendente...
Observe também, se o ambiente possui azulejos, poucos móveis ou mesas perto... Isso gera uma reverberação natural, que dispensa o uso de reverb na mesa. O reverb nada mais é que preenchimento de ambiência. E quando o ambiente já é preenchido naturalmente, a sobrecarga de estímulos de preenchimento dessa ambiência, acaba fazendo "embolar o som".
Espero que tenha sido útil estas dicas para todos que sofrem com a mesa de som.
O principal é você saber que é capaz de resolver TUDO com apenas um pouquinho de força de vontade, por mais complexa que seja a aparelhagem de áudio...
Sabendo este pequeno conselho, você ganhará confiança nas suas equalizações, e ainda melhor, ganhará com a qualidade de áudio que fornece ao ouvido das demais pessoas...
Diet MP3

O DietMP3 é o melhor compressor de músicas MP3. Comprime em até 75% suas músicas sem perda de qualidade. Super fácil configurar, você pode colocá-las em seu celular, iPod, MP3 Player ou até mesmo deixá-las no computador para liberar espaço em seu HD.Esse programa é perfeito para quem tem player de MP3 no celular e também para quem aqueles players mais antiguinhos e baratinhos com só 64, 128, ou 256mb de memória.
Aprenda sobre Dvdrip, Dvdscr, R5, etc...
CAM
O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.
TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.
TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.
SCREENER (SCR)
Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um ?ticker? (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.
R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição ".LINE" para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de ".R5" e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.
DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o ?ripador? tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.
DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.
VHSRip
Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.
TVRip
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de ?PRE-AIR?, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.
PDTV/HDTV
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.
WORKPRINT (WP)
Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.
DivX Reenc
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.
Watermarks
Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d'água "Z" "A" e "Globe".
Asian Silvers / PDVD
São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.
SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480x480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.
VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352x240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.
XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.
KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.
KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720x480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352x480 no meso DVD.
AVI
Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.
MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.
OGM
Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.
VBR
Bitrate Variável. É possível "encodar" áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.
Bitrate
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.
Aspect Ratio Tags
WS - Widescreen (letterbox)
FS - Fullscreen
Codec
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).
DivX / XviD
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compressco MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de "MP3 do vídeo". Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.
NTSC / PAL
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Os dois tipo de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.
AC3
Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.
AAC
Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.
BIN / CUE
Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.
Expressões encontradas:
PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.
UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)
LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.
INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.
STV
Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.
ASPECT RATIO Tags
As expressões de formato são:
WS = Widescreen (letterbox)
FS = Fullscreen.
REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.
NUKED
Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.
Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.
DUPE
Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.
SE (special edition)
Edição Especial
DC (director's cut)
Versão do diretor.
O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.
TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.
TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.
SCREENER (SCR)
Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um ?ticker? (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.
R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição ".LINE" para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de ".R5" e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.
DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o ?ripador? tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.
DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.
VHSRip
Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.
TVRip
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de ?PRE-AIR?, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.
PDTV/HDTV
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.
WORKPRINT (WP)
Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.
DivX Reenc
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.
Watermarks
Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d'água "Z" "A" e "Globe".
Asian Silvers / PDVD
São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.
SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480x480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.
VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352x240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.
XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.
KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.
KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720x480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352x480 no meso DVD.
AVI
Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.
MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.
OGM
Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.
VBR
Bitrate Variável. É possível "encodar" áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.
Bitrate
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.
Aspect Ratio Tags
WS - Widescreen (letterbox)
FS - Fullscreen
Codec
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).
DivX / XviD
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compressco MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de "MP3 do vídeo". Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.
NTSC / PAL
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Os dois tipo de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.
AC3
Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.
AAC
Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.
BIN / CUE
Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.
Expressões encontradas:
PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.
UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)
LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.
INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.
STV
Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.
ASPECT RATIO Tags
As expressões de formato são:
WS = Widescreen (letterbox)
FS = Fullscreen.
REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.
NUKED
Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.
Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.
DUPE
Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.
SE (special edition)
Edição Especial
DC (director's cut)
Versão do diretor.
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